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SÍNDROME DO PÂNICO

A Síndrome do Pânico, transtorno que incide em 1% da população é caracterizada por crises súbitas acompanhadas de sintomas físicos, sem nenhuma causa aparente. A Síndrome do Pânico é marcada pelos "ataques de pânico" recorrentes, os quais caracterizam-se pelo aparecimento súbito de palpitações, transpiração excessiva, tremores, falta de ar, dor no peito, náuseas, desconforto abdominal, tonturas, formigamento no corpo e sensação de perda de controle ou até mesmo morte iminente.

Os sintomas atingem o "pico" máximo em torno de 10 minutos e costumam ocorrer em situações comuns do cotidiano. Entre as "crises" as pessoas passam a desenvolver uma persistente preocupação em ter novos ataques, bem como possíveis seqüelas físicas.

A pessoa passa a ter medo de sair de casa sozinha. Passa a evitar alguns lugares e situações do dia-a-dia como viajar de automóvel, de avião, passeios ao ar livre, etc. Na síndrome do pânico, o medo de morrer torna-se uma presença constante, interferindo na vida familiar e profissional da pessoa, muitas vezes transformando a vida delas num inferno.

Geralmente as pessoas que desenvolveram a síndrome do pânico passam por muitos consultórios médicos, principalmente o cardiologista. Procuram o médico achando que tem uma doença orgânica grave e potencialmente muito perigosa. Porém, estas pessoas tem uma discrepância entre os sintomas que apresentam e quase nenhuma alteração ao exame físico e testes de laboratório (exames de sangue, eletrocardiograma, ultra-som, tomográfico) do coração.

Também é preciso lembrar que podem coexistir outras patologias orgânicas, portanto é muito importante fazer o diagnóstico diferencial para tratar adequadamente essas pessoas.

Considera-se portador da "Síndrome do Pânico" período de intenso temor ou desconforto que incluem 4 ou mais sintomas apresentado nessa lista: palpitações (o coração dispara), transpiração excessiva ou calafrios, tremores, dificuldade de respirar (sensação de falta de ar ou sufocamento), dor no peito (dor ou desconforto torácico), náuseas, desconforto abdominal, tonturas (vertigem ou desmaio), parestesias (anestesia ou sensação de formigamento no corpo) e sensação de perda de controle (enlouquecer ou fazer algo embaraçoso) ou até mesmo morte iminente.

DILEMA

Infelizmente, muitas pessoas não importando a classe social, vagam de profissional a profissional sem que se chegue a uma conclusão de causa dessa síndrome. A pessoa passa por intermináveis consultas e testes laboratoriais sem que o seu problema seja resolvido. Assim, estas pessoas não são tratadas adequadamente convivendo com enormes desconfortos, que acabam afetando a família. Acabam fazendo uma verdadeira "via-crucis" por diversos profissionais da área de saúde, depois de muitas consultas e exames, muitas vezes, recebem o seu diagnóstico "não tem nada", o que acarreta muita insegurança e desespero para elas. Seguidos de comentários evasivos como está com estafa, estresses, nervosismo, problema emocional ou de cabeça, etc e assim estas pessoas ficam sem o tratamento para tal patologia.

OUTRAS INFORMAÇÕES

A Síndrome de Pânico pode se desenvolver em pessoas que não tem nenhum antecedente familiar. Também é considerada um problema sério de saúde, estima-se em torno de 1% da população mundial. Acomete mais as mulheres do que os homens na proporção de 3:1. As pessoas acometidas geralmente são adultos na faixa etária de 20-40 anos, muitos se encontra no melhor da sua atividade profissional e pessoal.

Alguns medicamentos principalmente do grupo das anfetaminas (geralmente usados em emagrecimento) ou drogas (cocaína, ecstasy, maconha, crack) podem desencadear crises da Síndrome de Pânico.

Muitas destas crises são atendidas em pronto-socorro e podem novamente a ser submetidos as novos testes e exames para excluir patologias orgânicas. Os pronto socorristas tentam ajudar o paciente a superar a crise, geralmente essas tentativas podem piorar para o paciente, principalmente quando se faz comentários do tipo "isso não é nada grave, já passa", "é só um probleminha emocional" ou "não se preocupe" . Estes comentários podem sugerir ao paciente que não existe tratamento adequado ou não é necessário fazê-lo. A síndrome do pânico é muito comum, pode ser definida, diagnostica e consequentemente tratada adequadamente.

Aos familiares e amigos das pessoas portadoras de Síndrome de Pânico, em primeiro lugar isto "não é loucura, nem frescura" dela. Portanto é muito importante compreender o que se passa com ela, assim elas terão o reconfortante apoio das pessoas importantes que de certa forma ajuda a tranqüilizá-la. É muito importante que a família apoie e ajude a pessoa que apresenta essas crises.

Relato resumido de um caso de Síndrome de Pânico: 1o - Tratamento iniciado no dia 29/outubro/1992 - Cliente RCP, mulher, 40 anos, 9 anos de evolução, apresentou com um quadro que segundo ela era de "nervosismo" que se manifestava com palpitação intensa, desconforto abdominal, náuseas, sudorese intensa e sufocamento com duração de 10-15 minutos. A princípio as crises eram espaçadas e depois se tornaram mais amiúde com manifestação mensal, às vezes de 15/15 dias, mas piorando nos últimos anos.

Usando uma das técnicas da PNL conhecida como "reimprinte" descobriu-se que a paciente quando tinha 3 anos de idade a sua família morava na zona rural do Paraná, próximo a Londrina. Era a caçula da família e tinha três irmãos com a idade de 14, 12 e 9 anos respectivamente. Quando os pais faziam visitas a algum conhecidos, os irmãos na ausência deles e por brincadeira colocavam-na dentro de um saco de estopa e punham dentro de um quarto escuro. Ela sentia muito medo quando os irmãos faziam esse tipo de brincadeira. Após a resignificação do caso, as crises desapareceram. Acompanhei estes durante 5 anos e continuava assintomática.

Nota: No caso aqui citado como exemplo a tecnologia aqui aplicada para o tratamento foram apenas as técnicas preconizadas pela PNL.

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Matéria sobre o Body Talk
Folha de Londrina - 08/11/2010


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